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terça-feira, 1 de julho de 2014

Actualizando.






Temos: vinho, fumados e azeitonas alentejanos, o pão já acabou; queijo de Minas e uns brigadeiros que Titia mandou, mas que o Zé já mamou; presunto e mais vinho do Douro, tremoços do intermarché,  e loiras, grandes (nada de mines, isso é só para meios-homens), frescas e boas! Cerveja, claro! 

Temos um primo alentejano e um brasileiro, portanto. 

Temos sono porque temos tido noites de esbórnia, portanto.

Temos visto os jogos. Temos ido dar umas voltas e temos estado com... gente do sexo oposto.... portanto!

Temos ( mas foi só um dia destes, talvez repitamos hoje à noite ) subido a Avenida e ido à Rotunda andar de carrinhos de choque, e temos parecido genuínos putos numa alegria comensurada.

Temos passado assim os dias e apesar da intensa actividade temos sentido falta dela, portanto!

E temos que terminar deixando um sonzaço Close to Me, The Cure.



sexta-feira, 20 de junho de 2014

Do alto mar.



Aqui estou eu, de novo. É um fartote do carago, não acham?! Mas pronto, sou semanal, está decidido.
Bom, podia vir aqui falar-vos do mundial de futebol, mas não vale a pena, toda a gente já sabe de tudo, está já tudo mais ou menos alinhavado, de maneiras que escusam de ver mais jogos, e escuso eu de vos aborrecer com ninharias.

Podia vir aqui fala-vos das marradas que há no seio da família cô de rosa, mas não vale a pena, acho que ainda não está decidido, e como não sou bruxo, não posso dizer mais nada, nem tão pouco aborrecer-vos com quezílias alheias.

Podia vir aqui dizer-vos que aqueles senhores que pagam à Dª Inércia, e vá, ao CR também, embora o pobre coitado só receba uma percentagem, vão ter um presidente novo. A má notícia, ou não, é que a vossa conta continua a mesma, isto se até lá não se armarem em despesistas.

Podia vir aqui falar-vos de sexo. Podia não podia? Podias Zé, dizem vocês com aquele sorriso de orelha a orelha. Podia, mas ainda não sei se o farei, é que se o fizer, vai ser um cabo dos trabalhos levantar-me da secretária, como devem ou deveriam imaginar. O ditado diz que incha, desincha e passa, mas às vezes demora a passar, oh se demora...!

Como tal, e já devo ir em mais de 100 palavras, despeço-me com o mastro recolhido, pois isto está um mar de putas*, desejo-vos um excelente  fim de semana e lá vou eu a bordejar.
Fiquem bem!










*Mar de putas, na gíria dos "homens de ferro em botes de borracha" significa um mar sereno.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Petiscos



Um dia destes, como o tempo assim o demandava, fui comer umas Tripas à moda do Porto. Estavam por demais boas. A carne era excelente, bem cozida e cozinhada, o feijão saboroso, tenro, a desfazer-se na boca, e no final aquele trago a cominhos, e claro, que acompanhava com um tinto do Douro. Terminei a refeição com un(s) papo(s) de anjo. Sublime! Ahh, bem molhado naquela calda de açúcar...




Está bem, eu confesso! Comi o papo de anjo antes da refeição... e se calhar foi por isso que as Tripas me souberam tão bem! Estava cá com uma fomeca!



terça-feira, 15 de abril de 2014

Dear Zé angaria gente de bem e gente ordinária... uma só, não serve. É factor eliminatório, logo, são cumulativas.


Quando era pequenote, aí pelos tempos de escola primária, odiava as férias. Não necessariamente o tempo todo, mas os primeiros dias eram fastidiosos. Não havia aulas, não havia recreios, não havia brincadeira, não havia trabalhos de casa... não havia nada que fazer, ainda que houvesse, mas não havia aulas e era o suficiente. Depois a malta começava a encontrar-se, a organizar-se, os primos chegavam, reorganizávamos e... as férias eram tão curtas!

Estou de férias. Já lá vão uns dias. Um tédio só visto e por demais sentido. Passo os dias sozinho. Passeio. Falo com estranhos. Aproveito para pôr as leituras em dia. Corro. Ouço música. Há dias falava com um dos meus sobrinhos. Macho! Sim é macho, e único, tadito, mais um ostracizado, mas pronto, o tio apoia e dá força. E dizia-me ele que está na pré-adolescência. Nos meandros dos meus pensamentos menos obscuros e mais asseados, tentava perceber onde é que era essa fase, antes de abrir a boca e dizer asneiras. E, ao fim de alguns segundos ( é verdade, foi rápido ) perguntei: essa merda é o quê, caralho?! Vá, não se admirem, ele já sabe e percebe claramente o vernáculo do tio e de toda a gente dita desafogada. Lá me disse que é aquela fase depois da infância e antes da adolescência. Ok. Mas diz-me lá, já formiga? 
Hã?! 
Já te fechas no quarto, para aqueles momentos a sós? 
Hã?! 
Se já esgalhas, caralho? 
Hã?!
Ok, ok.... ainda não, concluí. Mas vá, estará quase. O tio, um dia destes, vai mostrar-te umas revistas que tem em casa, debaixo da cama. Debaixo da cama? perguntam vocês, admirados. Vá, perguntem! 
Debaixo da cama, Zé?!
Sim, debaixo da cama! É simples. Naqueles dias em que não me apetece levantar para ir buscar o android, "debaixo da cama" fica a um simples gesto de me rolar na dita e esticar o braço para apanhar a caixa cheia de revistas com gajas nuas!!!! et voilà!
...
Está bem, não está debaixo da cama, mas está religiosamente guardada. Faz parte da vida de um gajo! Do passado, claro! 

E pronto, tudo isto para dizer que, comecei a organizar-me, meninas. Ainda faltam uns dias para terminar as férias, não muitos, mas ainda se podem fazer umas coisas divertidas. De modos que, já sabem... e não, não me vou repetir com aquela cena da casa, comida e roupa lavada. Sou eu quem está de férias, portanto se quiserem alguma coisa, façam-no! Podem vir, ficar, aproveitar e coiso, fora isso ( refiro-me à parte do coiso ), não faço mais nada!
E agora, se me permitem vou laurear, apanhar um soleil enquanto tomo café e leio o jornal, e espero ter a caixa de correio cheia de e-mails vossos, quando voltar. Nem que seja para um simples beijinho e dizer que me adoram... eu depois trato do resto... e trato-vos da pele!

Beijinhos e abraços daqui, do coração-e da nação-e!




sexta-feira, 4 de abril de 2014

Actualizando


Levantei-me e espreitei o dia. Cinzento. Foda-se... 
Então? E agora?  O que fazes? A malta não acreditou em ti. Se tivesses feito isto com mais minúcia, com intenção séria e precisa... mas não, pões-te na brincadeira e é sempre mais do mesmo, a malta não te leva a sério... e agora? 

Bom minha malta, esqueço "once again" os tacões, as saias, os vestidos, as leggings, o baton, a mulher, as cuecas... oh, as cuecas esqueço-as muitas vezes, mas é intencionalmente! Oh, é tão bom andar com a franguinha ao ar, ainda que corramos o risco de constipar, mas acreditem, é bom, deviam experimentar, quem nunca o fez. É aquela sensação de liberdade, de tesão, de segredo, de alegria, de intenção... intenção de foder! E... lá vamos nós, também pode ser sem boxeurs, sentir o tecido a roçar na cabeça da gaita dá cá um tesão, e então se as calças forem de fazenda, aquele tecido sem grande tratamento, com aqueles pêlos que picam ligeiramente... eishh... nem é preciso ver uma gaja boa! 

E pronto, Dear Zé está cá de novo. Serei aquilo que vocês quiserem que seja. Dear Zé seja!





( sim, sim, Dear Zé usa gafas, mas tira-as para fazer o amor, é melhor assim, uso apenas um sentido, ou melhor, dois... não esperem, são três, afinal. O toque, o cheiro e o sabor... fora isso sou uma verdadeira toupeira... não vejo nada... a não ser que sejam grandes, heheheh... mas diz ela, agora é só uma (de cada vez), que me aplico mais... é que os olhos também comem e como tal, fica logo ali pelo caminho alguma parte da intenção, entendem? :)) )


segunda-feira, 31 de março de 2014

Olha para o que eu digo e não olhes para o que faço!



Fizeram? O amor... fizeram?
Não vos disse que estava sozinho? Não deixei aqui o meu repto?.... ides querer e haveis de não ter, está bem??!! 
Assim sendo, esqueci o amor e fui até Fafe. Bom ambiente, muita bebida e bons petiscos... e o ronronar deles?!! dos carros, atenção aí à plateia, falo dos carros!! A chuva foi amiga, e o frio foi-se embora com a bebida. Mas, de volta ao petisco, parece que houve febra à madeirense, já depois do evento... sabem o que vos digo, para o ano há mais!




Rally de Fafe



quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O que é que andas a fazer Zé?





Um doce para quem adivinhar... e vai uma dica:
Nothing Else Matters ( o vídeo está porreiro, o som é dos melhores, aí a partir do minuto 2.30, vale mesmo a pena ver, mas a puta da legendagem num português brasileiro faz lembrar um vídeo qualquer daquelas igrejas dos reinos, e o final é uma merda porque foi cortado, portanto, não leiam, mas ainda assim, oiçam, e não se esqueçam da pergunta. Ok?! Ahh, e não ides logo para o minuto 2.30, caralho, sabei esperar e gozai o som, lambões!!)
Beijinhos a todas com muito amor e carinho.
Cavalheiros, um abraço.



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Se eu peço, sou pidão; se não peço, não me dão.






Correu bem o dia. Obrigado...
Já agora, seria demais pedir este tempo ai até ao Natal???!!
Pronto, esticamos até à passagem de ano, e logo no dia a seguir, sem mais delongas, chega o Inverno. Pode??





domingo, 25 de agosto de 2013

Actualizando 2 de... algumas.



A propósito do post anterior, lembrei-me de uma outra vantagem que se tinha em ser puto durante o período de férias, e agora faço uma viagem bem mais longa, e vou até à altura em que era rapaz ai com 1 ou 2 anos de idade. Não me lembro de nada, estranhamente, mas diz a minha Mãe e familiares que era um rapaz bem disposto, simpático e bastante sociável. E nessa tenra idade, a Mãezinha gostava muito de pôr o Zé tal como veio ao mundo, e lá andava eu de mangalhito ao sol e com eles a badalar. Bom, para ser sincero, dizem, atenção, dizem que nessa altura já fazia um grande sucesso e, por onde quer que passasse, as meninas e senhoras ficavam boquiabertas com o quanto a natureza havia sido generosa comigo! É verdade...

E por estes dias, deitado ao sol, 30 e tais graus, a pele a arder, um calor fogoso, a dama ali ao longe, a espalhar o creme e a não chegar a todo o corpo, sem alguém que ajudasse, e eu, ainda que deitado na toalha, de barriga para baixo, só me lembrava e pensava o quão maravilhoso era voltar a ser criança! Sim! Ao menos podia dar uma corrida até ao mar sem que ninguém reclamasse... e ainda com a vantagem de a dita que tal, viesse logo de imediato pedir para que lhe espalhasse o creme nas costas...

Pronto, assim me despeço de mais um espaço de actualizações, e até à próxima.
Deixo uma foto, para mais tarde recordar...




Vá, não reclamem, tinha de ser assim nesta pose, já disse que sou tímido!





quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Actualizando 1 de... ainda não sei quantas.



Hoje fiz uma viagem ao passado. Não! Não fumei nenhuma broca... isso são viagens do passado. Hoje lembrei-me da avenida que, por anos e anos seguidos, me passeei todos os dias durante o período de férias. Lá ia eu, um jovem imberbe, toalha debaixo do braço, boné, às vezes, a bola de volei, calção e chinelos. A meio do caminho havia um quiosque onde comprávamos os jornais e revistas. E hoje, numa outra avenida, numa outra praia, num outro quiosque revivi o cheiro das folhas das revistas de banda desenhada que comprava todas as semanas. Devorava aquilo tudo...
E hoje comprei uma destas revistas que agora se lê. As personagens são as mesmas, o nome agora é outro: Comix... mas o cheiro... o cheiro das folhas é o mesmo! 

Ok, pensavam que me ia deixar ficar por um post insignificante, fútil e desprovido de carácter sexual? Não estão longe disso, em boa verdade. Este é mais ou menos como aquelas postagens fantásticas e facebookianas, em que a malta diz, fui à praia, estava um calor, comi uma sandoca e bebi uma bejeca, aproveitei para ir ao mar despejar as águas, apanhei sol o dia todo, e voltei teso e com os tomates a abanar porque ainda não consegui engatar a mamalhuda da rua de trás. 
Pronto, depois deste momento empolgante, rectifico e acrescento apenas o facto de que, na altura em que lá passava, no dito quiosque, jovem, imberbe, toalha debaixo do braço, boné, bola, calção e chinelos, era mais ao menos ao final da tarde, antes que todos regressassem a casa, e não era com uma bd, mas sim com uma daquelas revistas de cariz erótico-badalhoco, que me animava os fins de tarde e estimulava para o dia seguinte.
Que é?!!! Um rapaz não cresce com o avarento do tio Patinhas, nem com o panisgas do rato Mickey, muito menos com a cabra frígida da Minie... 

Até à próxima!