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quinta-feira, 27 de março de 2014

Abandonei-a!


( sem imagem, não vão as angariações fugir... )


Após uma não muito longa e acirrada troca de e-mails, fechamos-nos naquele gabinete dos fundos, escuro e esquecido.
Ambos sabíamos para o que íamos, talvez tu, não. O dia fora aborrecido. Tinha a cabeça cheia de merdas e uma grande vontade de foder. As mulheres libertam as suas angústias em compras ou em chocolates e depois desatam num agudo berreiro. Eu cá, fico teso.
Fechei a porta atrás de ti. Olhaste-me por cima do ombro, e nesse sorriso ordinário, mordeste o lábio.
Aproximei-me e empurrei-te contra a parede. Senti esse teu rabo perfeito e curvei-o. Sentiste a minha rigidez e roçaste-te, empinando ainda mais o rabo.
Levantei o vestido até à cintura. És uma cabra assanhada e já vinhas sem cuecas. Curvei de novo esse rabo, contornei as formas, e passei o dedo de cima a baixo até sentir essa cona encharcada. 

Já tinha saudades de fazer amor contigo, sussurraste-me em voz rouca. De forma bruta agarrei-te pelos braços, e prostrei-te sobre a longa e empoeirada mesa. Com as minhas pernas, afastei as tuas, sem nunca te largar os braços, segurando-os pelos cotovelos, e posicionei-me entre elas, deliciando as vistas com a vista, esquecendo a redundância.
Levei os dedos pelas bordas depiladas dessa cona alagada e friccionei o clitóris até o sentir enrijecer por entre os dedos, até te ouvir o gemer arrastado, e até te sentir as pernas bambas. Com os lábios húmidos e sedentos, segurei-te pelo queixo puxando a tua cabeça para junto da minha e disse-te, encostando-os ao teu ouvido: Eu não faço amor. Eu fodo com força!

Entrei em ti de uma só estocada. Ouvi um único, como que último, suspiro. Arrebatado que foi. 
Larguei-te as mãos, segurei os longos e sedosos cabelos, que sempre asseadamente trazes presos, e como se rédeas fossem, neles segurei. Fodi-te com força. Fodi-te com raiva. Fodi-te com vontade.
Segurei-te as mamas. Têm aquele tamanho perfeito, cabem na palma da mão, sem excessos nem defeitos. Belisquei os mamilos tesos, arrebitados. Gemias, talvez num misto de dor e prazer.
Afastei as nádegas, à medida que fui diminuindo a intensidade do vai-vém, por na eminência do desfecho me encontrar. Acariciei. Palmeei. E fui entremeando. Não querendo que folgasses, enterrei um dedo no cu. Voltaste a gemer. Voltei a ter forças. Voltei a foder-te com força, por trás, segurando-te, com força, por trás. Arranquei-te um orgasmo no dedilhar do teu cu e entre estocadas, cada uma mais funda do que outra. 
Senti as pernas tremer, até ficarem fracas. As tuas. 

Meti-a dentro das calças. Lancei-lhe um olhar,  estendida e largada na mesa a vi. Saí. 
Abandonei-a, caralho!


( Em caso de dúvida ou persistência de quaisquer sintomas... vide aqui )


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Temáticas




Hoje andei por ai a ver perfis e aquilo que as pessoas neles escrevem. Andei também a espreitar a descrição dos blogues e aquilo que as pessoas dizem daquilo que escrevem. Em boa verdade não andei propositadamente a ver isto, apenas hoje dei atenção, não vá a malta pensar que eu sou gajo de taras. Se bem que toda a gente as tem, mas esta não é a minha. Sou mais refinado. Tshh, sabem vocês lá. Talvez um dia vos conte. Um dia acho que sim, contarei, mas não já, assim cortava-vos a tusa logo. Ou não, se calhar aumentava, mas pronto ficamos assim, por hora.

E falava de perfis e descrições de blogues, e sempre foi uma coisa que me fez certa confusão. Primeiro, mais que tudo, foi atribuir nomes a blogues, depois o nick e depois a descrição. Sobretudo quando não queremos falar muito, ou nada, de nós próprios, e esta coisa de se inventar tem o que se lhe diga. Eu, pelo menos, acho que sim. Depois puxei a fita atrás e fui ler o meu primeiro post, e aquilo a que no início me propunha a fazer, e escrevia eu: "Dear Zé falar-vos-à do que lhe der na real gana, mas basicamente sobre gajas, talvez futebol, carros, tainas, gajas e mais gajas!"  
Numa coisa eu não falhei, falar de gajas! Do resto, não me tem apetecido. Simplesmente aborrece-me. 
Futebol é a coisa que toda a gente sabe. E depois só leva a discussões, e uns são duma cor e outros doutra , e ninguém se entende, e por mim, era metê-los todos dentro dum charter e manda-los para a China, sem remuneração. Foda-se. 
Depois carros. Ok, carros. Meto umas fotos daquilo que gosto e basta, o combustível anda muito caro! 
Tainas. Ando de dieta. Não posso. Agora dediquei-me a comida macrobiótica, portanto alimento à séria só se for "febra" e é só quando ela quer ou deixa. Deixa sempre e quer sempre, vá, estou a ser mau, mas faz parte da história. É como o lobo mau e o capuchinho vermelho. No fim sedaram a avozinha e fizeram uma grande festaina os dois. Isso ninguém fala, mas foi. E com as mulheres é o mesmo, temos sempre que nos queixar do sexo que elas nos negam. Mas se calhar somos nós que nos negamos. E a esta altura elas rejubilam com esta minha afirmação. Não é. meninas? O caralhinho! Não é nada disso. Sempre com medo que ele se gaste. Mas não gasta, aliás é o contrário, cresce!!!
Resta gajas e mais gajas. assim sendo e porque está quente, o trabalho ninguém o faz por mim, e a Luísa, essa coirona morenaça, está cá hoje no office, e como devem imaginar, num escritório com cerca de 6 gajos, e apenas duas fêmeas, que é a besuntas da limpeza e a fanada da telefonista, quando nos aparece um camião daqueles, que é uma vez por mês, cabrona, ficamos todos... sentados! Sim, sentados. Ás vezes lá nos remexemos, que é para endireitar o mangalho, e ali ficamos sentados a ver quem levanta primeiro a secretária. E depois, de quando em quando lá vai um, depois outro, e mais outro ao wc. Garanto-vos que não é para despejar a bexiga.
E dizia eu que dentro da temática daquilo a que me propus aqui escrever, e porque o dia vai quente e a Luísa está cá hoje, apetecia-me algo... algo docemente confortante!





E falei na Luísa, mas... estou aberto a candidaturas, claro!
Vá meus amores, não digam que isto é um post tendencialmente machista. Não é!  
A vós apetece-vos algo. Certo?! A mim apetecia-me um brochilungus bem feito. Pronto.



quarta-feira, 24 de abril de 2013

Abandonado







Quase não falamos. Apenas me pediu para que a deixasse cavalgar-me. Deixei. Trocámos. Deixei. Fodemos. Deixei. Mamou-a. Deixei. Quis pôr-se na posição de quatro apoios. Deixei. Enrabei-a. Deixou. 
No final mamou-o mais uma vez. Deixei. Até que, desfaleci na sua boca, nos seus lábios, na sua cara.... e mandou-me embora, como se apenas nos tivéssemos encontrado para acertar a agenda. Deixei. 
Ordinária, abandonou-me e deixei!

Para próxima volto. Ai volto, volto... mas não a deixo, e sou eu quem vai mandar!






segunda-feira, 18 de março de 2013

Lá fora na rua...



         O movimento, apesar de agitado, já não era o habitual. Menos trânsito, alguns lugares vagos para estacionar, armazéns com inúmeras placas a dizer: "ARRENDA-SE", com o nome das imobiliárias e diversos números de telefone, vítimas da assoberbada falta de clientela. O  café da frente, sem grandes carros à porta, tinha a esplanada vazia apesar do dia de sol, e o interior em muito se semelhante. Quase parecia o ambiente de uma pacata vila com uma área industrial, mas tratava-se de uma zona que outrora albergara grandes indústrias, muito emprego e um crescente movimento.

          Entretanto, lá dentro, ele estava sentado à secretária e pensativo olhava pela janela. Apoiou os cotovelos no tampo da mesa, virou a cabeça para o monitor, e suportou o queixo sobre a palma da mão, ficando com os dedos entre o nariz. Estava perdido por entre pensamentos escusos no marulhar do escritório, os telefones, agora também estes, mais sossegados, o ruído dos teclados, o entra e sai de gente, mas subitamente algo o acordou daquele vaguear disperso. Conduziu os dois dedos pelas narinas, cerrou os olhos e sentiu-lhes o cheiro. Inspirou. Sorriu e voltou a inspirar. Cheirava a ela. Cheirava a mulher.
Há meia hora atrás havia-se fechado na sala de arquivo com a Luísa. Tinha-a sentado sobre a secretária, puxara-lhe a saia para cima, e sentira-lhe a renda das meias de liga que sempre usava quando vestia fato de saia. Afastara-lhe a cueca de renda que imaginava preta, como sempre, e depois de sentir aquela máquina de combustão permanente entre as suas pernas, os lábios cuidadosamente depilados, o pequeno traço de penugem ao alto, pela púbis, fodeu-a com os dedos. Sabia a forma como a tomar, sabia-a de cor nos seus dedos e sabia que um rápido entra e sai, e um ágil e ainda mais rápido esfregar entre o clitóris a fariam ter um orgasmo. E teve-o.
Ao sair de dentro dela, limpou os dedos na cueca, passou as mãos pelas pernas até aos joelhos, beijo-a e voltou costas, saindo da sala, deixando-a a compor-se.

          Um camião TIR assinalava ruidosamente uma manobra: pi...pi... pi... pi... pi..... O chefe de armazém na sua bata cinzenta ajudava com as mãos, indicando a direcção. Estava difícil entrar de marcha atrás no armazém e uma fila de carros aguardava passagem calmamente, sem reclamar o tempo decorrido. Sinais do tempo perdido, sinais de uma vida arrastada, sinais do vagar e da falta de expectativas.








terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bom dia!


Pelas imagens de radar prevê-se que para o dia de hoje haja períodos com um elevado aumento da temperatura do ar e, consequentemente do corpo. Podendo também verificar-se algumas descargas eléctricas, com fortes possibilidades de precipitação. 
Tudo isto, pela frente, e também pelo traseiro da cabrona da Luísa que hoje veio com uma putadumascalçasjustas que lhe afaga e vinca os lábios da chona, mas sobretudo, pelo cu redondinho, maneante, maravilhoso que se lhe adivinha por debaixo das calças.
Argghh que hoje não me responsabilizo! Cabrooona!


Gooooooooood Morning Friends !




... e logo hoje que não trago boxers! :)

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A vida é um encanto!






Tenho uma colega de trabalho boazona, tesuda e cabrona.
Há algum tempo que não aparecia por cá e ainda há mais tempo que não lhe passo a mão pelo pêlo. Sim, esta é das que já faz parte do meu rebanho. 

Hoje, pus-lhe a vista em cima. Saiu do gabinete do boss e sentou-se à secretária. Vestia um fato de saia, com uma racha que vai quase até à xona, e uma blusa preta com alguma transparência que deixava adivinhar aquele peito bem feito, do tamanho da mão do Zé. Passou por detrás de mim e deixou logo um rasto de perfume. A cabrona sabe bem o que faz, sabe que o Dear Zé fica logo de pau feito só com o cheiro. É verdade, é um autêntico afrodisíaco.

Sentou-se e micou-me. Sorriu. Mordiscou o lábio inferior e ajeitou o cabelo.
Com ar de macho e a brincar com a caneta entre os dedos, retribui o olhar, sem pestanejar. Sou fodido! E ficamos ali assim, numa troca de olhares perversos, sequiosos, como animais ao cio.
Até ali, tudo bem, mais teso menos teso, mas o  mal foi quando tive que me levantar, e já explico porquê.

Aqui há uns tempos decidi libertar o zezinho e o resto da fruta, e deixa-los soltos dentro das calças, sem cuecas a prendê-los. As gajas jamais conseguirão entender isto, mas é um prazer do carai andar com ele mole, solto, e sentir apenas o roçar da maciez tecido. Espectacular! Extraordinário! E espantoso!

Ora de volta ao escritório, eis que o merdoso, lambe-botas do Adriano solicita a minha comparência a um gabinete, que por acaso só ficava na outra ponta da sala.
A algum custo lá me levantei porque o tótó não parava de me chamar, e atravessei a sala sob o olhar de pasmo e estranheza dos restantes colegas, com as costas ligeiramente curvadas e as mãos nos bolsos, tentando com esta pose ocultar e vergar o zezinho entesado. Passei pela Luísa ( é assim que a cabrona se chama ) e parei à sua frente fazendo de conta que lhe deixava uns papeis, e ao mesmo tempo  larguei o zezinho. Tau! Foi uma espécie de demonstração de poder. Toma! - pensei. Só lhe vi o circundar dos lábios em forma O, e disse-lhe: O pera quando quiseres, meu bem.
E lá fui eu, arqueado, com um andar esquisito, pois com o zezinho teso, as mãos nos bolsos, e as calças justas, não é fácil, minhas senhoras, não é nada fácil.
Este é o único inconveniente de andar sem cuecas porque tirando isso, garanto-vos que é um prazer andar com o badalo abanar.

E é este, de entre muitos, um dos prazeres na vida de um homem.

É tudo, de momento.