quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Rosa a afogueada





Hoje falo-vos da Rosa.
A Rosa era uma colega de liceu. Alta, loira, tez imaculadamente branca, faces sempre rosadas e uma putadumas mamas boas, grandes, mesmo mesmo boas, que me faziam grelar os tomates e me adubam o zezinho,  e à custa das quais bati grandes punhetas. É verdade!

Bem vistas as coisas, se calhar não eram assim tão boas. Eram grandes e apenas isso. É que naquela idade, a quantidade é sempre sinónimo de qualidade. Mas eram boas! E a Rosa era uma rapariga dada, simpática, um pouco rude e inocente.

Vendo de novo bem as coisas, todos nós, naquela idade, somos inocentes. Nós os gajos é que tínhamos a puta da mania que éramos uns sabidolas e que à custa dos calos nas mãos pelas punhetas batidas, pelas revistas porno trocadas, respingadas e amachucadas, já éramos experientes e sabíamos levar as moças na conversa. Tão inocentes que éramos!

Mas a Rosa, era mesmo inocente! E além das mamas boas e da inocência que a marcavam, a Rosa tinha fogo, era ardente, era airosa, e tinha necessidades para serem satisfeitas. Aposto que, todas as noites, na alcova satisfazia os seus mais ínfimos e íntimos desejos. Aposto que na mesma alcova se satisfazia apenas com aquelas mamonas maravilhosas... e boas... e grandes.

Um dia, numa determinada aula , em que a professora era uma ditadora gorda, sebosa e cuspideira, por decisão mandou o Zé sentar-se ao pé da Rosa, e desde aí, ficamos mais próximos, e foi também desde ai, e por uns tempos, que fiquei com um tique no olho esquerdo de tanto a olhar ao revés para as mamas da Rosa.

Decorria já o segundo trimestre escolar, eu e a Rosa éramos unha e carne. Facundo que eu era com o palavreado, ardente e fogosa que a Rosa ficava com a minha conversa, mas acima de tudo, curiosa e ávida por saber dessas coisas que lhe comichavam as partes baixas, a Rosa decidiu mudar-se para o meu lado em todas as disciplinas. Boom, baby! Zé era o maior!

Certa tarde, a Rosa olhava melancolicamente para as mimosas floridas das traseiras do recinto, eu olhava enlevado para o rego das suas mamocas e inadvertidamente afagava o zezinho, quando com um sorriso maroto me perguntou: o que estás a fazer Zé?
Dei um salto. Entesei. Senti as mãos a formigar e  respondi tropeçando nas palavras: Nada! Nada! Estava a... nada!
Olhei para ela, estava vermelha dos pés à cabeça, sorriu, chegou-se timidamente ao pé de mim e disse: não mintas, estavas a fazer o quê... com a mão... aí... hmm?!

Renasci do medo em que tinha mergulhado pela surpresa com que a Rosa me tinha confrontado, e a modos de galo na capoeira respondi: então não sabes?! Estava a acaricia-lo. 
Os olhos de Rosa faiscaram e em jeito de declaração de vitória aproximei-me dela, peguei-lhe na mão e disse: queres senti-lo?
Levei uma putadumalambada que quase ia com os queixos ao chão. Eu tinha dito que ela era grande, não tinha, e rude?! Pois tinha. E assim foi.
Bom, por uns dias deixou de me falar e olhar. Corava sempre que me ouvia falar. Mas na semana seguinte, voltou à carga.
E eu também voltarei, mas hoje, é só, de momento! 




35 comentários:

  1. ora, portanto, deixaste-me de joelhos e com a língua de fora para escreveres sobre a Rosa??? loira e mamuda???...

    obrigadinha... foi um prazer, até mais ver.

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  2. Invejosa! querias era ter umas assim!

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    1. :((((((((((((

      agora puseste-me a chorar...

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    2. Lágrimas de crocodila!

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    3. acredita. choro... muito... alias, estou toda molhada ;)

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  3. E eu a pensar que no final de ler tanto ia ter alguma atividade :)

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    1. aposto que foi daquela altura (com a rosinha) que ficou um bate-punhetas :b

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    2. Será? ;) Mas tendo a rosinha mamas grandes devia ter sido uma inspiração para viagens maiores. Isto digo eu :)

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    3. A culpa é dessa ai, da tua amiguinha, ela é que veio com falinhas mansas, pôs-se de joelhos, ai e tal e pronto, descontrolou-me a escrita toda. A culpa é TODA dela!

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    4. era moçoilo e borbulhento na altura, aposto :b

      ainda pensei (e ela tb, aposto) que lhe ia mexer no pipi... nada...

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    5. MINHA???? eu chupava-te o membro... TODO :b

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    6. Vício,
      A Rosinha mamalhuda proporcionou autênticas viagens a jacto!!!

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    7. nAn,
      Esse moçoilo, robusto, vigoroso, lindo, maravilhoso, sem cáries, sem acne, barba macia e postura digna de um verdadeiro homem, tratou-a que nem uma princesa. E as princesas não têm picos no pipi, como você sua ordinária!

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    8. Mas era isso que eu estava à espera de ler. Mamalhuda é um bom indicador.
      Tenho a dizer que a minha produtividade no trabalho está a diminuir :)

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    9. Isso também é bom indicador, significa que algo no teu corpo cria produtividade!
      :)))))

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  4. picos no pipi como eu?!? vê lá se te mando uma foto dela?!? Ai!

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    1. PICOS NO PIPI????????????? ESTOU FURIOSA!!!!!!!!!

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    2. Com picos no pipi?

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    3. FOI O QUE TU ESCREVESTE!!!!!!!!!!!!!!!!!

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    4. Pois foi, disseste que estavas molhada! É o que dizem, não sei que não tenho pipi, mas dizem que quando ficam "citadas" têm picos no pipi

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    5. ???? MAS QUE LINGUAJAR É ESSE??? "citadas", "picos no pipo"??? eu latejo, homem, latejo!

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    6. Essa tua ideia dos "picos no pipi", mete um pouco de medo!

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    7. Ó foda-se, lá vêm elas! digo o que me disseram! é o diz que diz

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    8. imagina dizer picos na pilinha :)

      e já agora "citadas"!!!!?

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    9. pois, de facto! São mais estiradas, mas pronto, não sei, entendam-se e cheguem acordo, chamem-lhe lá o que quiserem, latejar, picar, qualquer coisa...

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    10. Latejar está bem :)

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  5. nAn
    Latejas?!
    Hmmmm... podemos trocar, eu ajoelho....

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  6. to be cotinue...
    espero...

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    1. Acho que sim, continua. Pelo menos a intenção era essa, mas como tive por aqui duas meninas num estado latejante, condicionou-me a escrita. Fica para depois ;)
      Bem-vinda! :))

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    2. eu fiquei a modos que a salivar pelo resto da história :)
      obrigada! (e vice versa :p)

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    3. E ai a tens! ;)
      :))

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  7. Eu nunca tive picos no pipi! perdi alguma coisa importante? :P

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    1. Vá lá! Ao menos tu, minha linda, és coerente.

      Acho que não... coiso e tal... é uma, são duas, beijo na boca, ajoelha, coiso, mais coiso, mas afinal de contas, bazaram e o Zé ficou assim, a modos que... a vê-las passar...

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