segunda-feira, 25 de março de 2013

As coisas que nunca se entenderão - I




Ela fechou os olhos, entreabriu a boca, e sentiu a caírem-lhe na cara gotas espessas e quentes do seu sémen. Abriu os olhos e sorriu-lhe.
Ele agarrava-lhe os cabelos com uma mão, no topo da cabeça, e com a outra, segurava no sexo, e na última gota sentida, largou um suspiro e observou-a.
Deixou cair o sexo contra a boca dela, roçando-o nos lábios, e num esgar, bateu com ele no lado direito do rosto... depois no outro...
Ela sorriu-lhe de novo, e ele voltou a bater-lhe com o sexo em cada uma das faces e disse:
- Tau... esta é por seres uma menina mal-educada... tau... e esta é por seres assim tola...
Ela não entendeu o gesto de displicência e gargalhou...






15 comentários:

  1. :)))))))))))))))))))))) meu amigo, a primeira gargalhada do dia! BRAVO!

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    1. ahahahahahahah! Sempre!!!

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    2. Hehehehe, genuína como sempre, Naninha!
      :)))

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    3. (ai, zé... corada que nem um tomate :b)

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  2. É o que dá andares a comer essas merdas!
    Cogumelos alucinogéneos e depois o esperma sai assim pró marado.

    Olha as meninas Zé, tem cuidado com isso, pah...

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    1. Leão, como diz o ditado: quem anda à chuva. molha-se! Hahahaha

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  3. E há coisas que não se querem entendidas, apenas sentidas, ou talvez não... :P

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    1. Sim, mais ou menos isso Lib :))

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  4. eu curto essa brincadeira.

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    1. Kapa!
      Nunca digas essa merda a nenhuma, companheiro,
      é que se te aparece uma que goste muito mesmo,
      podes ficar com a sarda maltratada, pah!

      :)))))))))

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    2. que se foda, antes mal tratada que com pouco uso, hehehehe

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    3. Grande Kapa!
      Essa é para emoldurar: ANTES MALTRATADA DO QUE COM POUCO USO!
      Hehehe

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