quinta-feira, 11 de abril de 2013












16 comentários:

  1. Bom dia, Dear Zé!

    Não comete, mas gera alguns.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Bom dia.
      Possivelmente, mas a culpa não é de quem está em silêncio, é de quem o interpreta.

      Eliminar
    2. Tiraste-me as palavras da boca, Solana!

      Eliminar
    3. Também há silêncios intencionais...

      Eliminar
  2. Pode dar origem a muitos equívocos.

    R.

    ResponderEliminar
  3. ui!!!
    discordo em absoluto, Zé!!!!!

    não podia cometer mais...

    beijos! :)

    ResponderEliminar
  4. isso é paleio de advogado quando o seu constituinte está enterrado até ao pescoço e o silêncio é a única forma de não o entalar mais... :))))

    ResponderEliminar
  5. dear zé, às vezes o silêncio já é si um erro. sorry to say.

    li agora os comentários acima, não queria bater mais no zé. mas já foi tudo dito. mais ou menos.
    agora vou silenciar-me um bocadinho :p

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. *já é em si
      (correcção de erro)

      Eliminar
    2. erraste em silêncio, mas não silenciaste o erro! ;)

      Eliminar
  6. O silêncio não presta. Tende a transformar-se em surdez definitiva e depois é tarde. E aí, já nem o chilrear dos pássaros , nem os arrulho das ondas... nada.

    ResponderEliminar
  7. O silêncio é sempre resultado da decisão de não falar.
    Daí não há grandes dúvidas na interpretação.

    É muito melhor gritar e discutir do que silenciar, porque o silêncio afasta, quer dizer que nem sequer me importas o suficiente para eu responder (ao que quer que se esteja a falar).

    Beijo grande e bem barulhento,
    Ana

    ResponderEliminar
  8. Primaço,
    Eu diria que o silêncio é o próprio erro!

    Acho que se adequa:

    "A injustiça avança hoje a passo firme.
    Os tiranos fazem planos para dez mil anos.
    O poder apregoa: as coisas continuarão a ser como são.
    Nenhuma voz além da dos que mandam.
    E em todos os mercados proclama a exploração: isto é apenas o meu começo.


    Mas entre os oprimidos muitos há que agora dizem:
    Aquilo que nós queremos nunca mais o alcançaremos.

    Quem ainda está vivo nunca diga: nunca.
    O que é seguro não é seguro.
    As coisas não continuarão a ser como são.
    Depois de falarem os dominantes
    Falarão os dominados.
    Quem pois ousa dizer: nunca?
    De quem depende que a opressão prossiga? De nós.
    De quem depende que ela acabe? Também de nós.
    O que é esmagado, que se levante!
    O que está perdido, lute!
    O que sabe ao que se chegou, que há aí que o retenha?
    Porque os vencidos de hoje são os vencedores de amanhã.
    E nunca será: ainda hoje."


    Bertolt Brecht, Elogio da Dialética

    ResponderEliminar
  9. só se for assim, Zé... ;)

    http://elblogcanalla.com/post/36363370099/solo-los-besos-nos-taparan-la-boca-by-amor#.UWahW1eNC14

    beijos :)

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Assim é impossível ficar calado e não responder... :)))))

      Eliminar
  10. Caríssimos,

    O silêncio não comete erros e significa exactamente aquilo que não se disse, mas que, com a omissão de palavras, se transmitiu a resposta, o acto, o sentimento: desprezo, inércia, covardia, consentimento, prazer, abrigo... o silêncio tem um acto instrínseco, seja ele qual for. Não há erros.


    ResponderEliminar